Nova geração de herdeiros muda lógica dos investimentos
O que muda na gestão do patrimônio quando o volume de recursos deixa de ser a principal restrição? Essa é uma pergunta cada vez mais relevante em um contexto de grande transferência de riqueza entre gerações -segundo o UBS, banco suíço de investimentos e gestão de patrimônio, haverá uma transferênci
A gestão do património está a ganhar nova relevância num contexto em que o volume de recursos deixa de ser a principal restrição. A questão surge associada a uma grande transferência de riqueza entre gerações, tema que está no centro da mudança referida no título.
Segundo o UBS, banco suíço de investimentos e gestão de património, está em curso uma transferência de riqueza entre gerações. O resumo indica que este movimento torna mais relevante a pergunta sobre o que muda na forma de gerir o património quando a disponibilidade de recursos já não é o principal limite.
Nesse cenário, a lógica dos investimentos passa a ser observada à luz de uma nova geração de herdeiros. O destaque está precisamente na forma como essa mudança pode influenciar a gestão do património.
Com a transferência de riqueza em curso, a discussão deixa de se centrar apenas no montante disponível e passa a envolver a forma como esse património é pensado e administrado entre gerações.