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🇧🇷 Brasil

Nova geração de herdeiros muda lógica dos investimentos

Folha de S.Paulo· 15 de julho de 2026 às 12:00
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O que muda na gestão do patrimônio quando o volume de recursos deixa de ser a principal restrição? Essa é uma pergunta cada vez mais relevante em um contexto de grande transferência de riqueza entre gerações -segundo o UBS, banco suíço de investimentos e gestão de patrimônio, haverá uma transferênci

A gestão do património está a ganhar nova relevância num contexto em que o volume de recursos deixa de ser a principal restrição. A questão surge associada a uma grande transferência de riqueza entre gerações, tema que está no centro da mudança referida no título.

Segundo o UBS, banco suíço de investimentos e gestão de património, está em curso uma transferência de riqueza entre gerações. O resumo indica que este movimento torna mais relevante a pergunta sobre o que muda na forma de gerir o património quando a disponibilidade de recursos já não é o principal limite.

Nesse cenário, a lógica dos investimentos passa a ser observada à luz de uma nova geração de herdeiros. O destaque está precisamente na forma como essa mudança pode influenciar a gestão do património.

Com a transferência de riqueza em curso, a discussão deixa de se centrar apenas no montante disponível e passa a envolver a forma como esse património é pensado e administrado entre gerações.

Este artigo foi desenvolvido com apoio de inteligência artificial a partir de informação publicada pela fonte original (Folha de S.Paulo). Para todos os detalhes, consulte o artigo original.