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Política
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Quaest no Espírito Santo: veja como está a disputa pelo governo do estado

G1· 16 de julho de 2026 às 23:03
Quaest no Espírito Santo: veja como está a disputa pelo governo do estado

Paulo Hartung (PSD), Ricardo Ferraço (MDB), Lorenzo Pazolini (Republicanos), Magno Malta (PL) e Helder Salomão (PT) Montagem/g1 Pesquisa Quaest divulgada nesta quinta-feira (16) mostra como está a disputa para o governo do Espírito Santo. São quatro cenários de 1º turno. Veja os números: Cenário 1 R

A mais recente sondagem da Quaest para o governo do Espírito Santo voltou a colocar na linha da frente alguns dos principais nomes da política capixaba, num quadro que espelha bem a força de figuras já conhecidas do eleitorado e a dificuldade dos partidos em impor uma nova ordem na sucessão estadual. Numa eleição em que ainda faltam definições formais de candidaturas e alianças, a leitura das intenções de voto serve sobretudo para medir o peso político de protagonistas com trajetórias muito diferentes, mas todos com ambição de chegar ao Palácio Anchieta, sede do executivo estadual.

Entre os nomes testados surgem Paulo Hartung, antigo governador e uma das figuras mais influentes da política do Espírito Santo nas últimas décadas; Ricardo Ferraço, atual vice-governador e político com longa experiência no centro do poder regional; Lorenzo Pazolini, presidente da Câmara de Vitória e autarca que ganhou notoriedade ao conquistar a capital; Magno Malta, histórico dirigente do campo conservador e ex-senador; e Helder Salomão, deputado do Partido dos Trabalhadores e um dos rostos mais reconhecidos da esquerda capixaba. O leque mostra uma disputa muito marcada por perfis com capital político acumulado, seja na governação, no parlamento ou no poder local.

Este tipo de sondagem ganha particular relevância porque o Espírito Santo tem uma dinâmica própria no mapa político brasileiro: é um estado onde a gestão pública, a segurança, a infraestrutura e a relação com o setor produtivo costumam pesar muito na decisão do voto. Além disso, o histórico recente de alternância entre lideranças mais moderadas, conservadoras e de centro ajuda a explicar porque candidatos com capacidade de dialogar para além do seu eleitorado mais fiel tendem a surgir em posição competitiva. Para figuras como Hartung e Ferraço, a notoriedade construída ao longo de anos continua a ser um trunfo; para Pazolini, o desafio é transformar visibilidade municipal em escala estadual; para Magno Malta e Helder Salomão, a questão passa por alargar bases num eleitorado polarizado.

A divulgação destes números, ainda numa fase pré-eleitoral, funciona também como um teste à força das máquinas partidárias e à capacidade de cada eventual candidatura em consolidar apoios. PSD, MDB, Republicanos, PL e PT representam espaços distintos do espectro político, e a disputa no Espírito Santo deverá depender não apenas da popularidade individual dos nomes, mas também da capacidade de montar coligações, captar tempo de antena e ocupar temas que preocupam o eleitorado. Com o processo eleitoral ainda a ganhar forma, a sondagem da Quaest oferece uma primeira fotografia de uma corrida que promete ser decidida tanto pela reputação dos candidatos como pela leitura que conseguirem impor sobre o futuro do estado.

Este artigo foi desenvolvido com apoio de inteligência artificial a partir de informação publicada pela fonte original (G1). Para todos os detalhes, consulte o artigo original.