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Camisa de Pelé na final da Copa do Mundo de 1958 é vendida por R$ 25 milhões

Folha de S.Paulo· 16 de julho de 2026 às 23:04
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A camisa usada pelo craque Pelé quando marcou dois gols na final da Copa do Mundo de 1958, na Suécia, foi vendida por US$ 4,9 milhões (R$ 25 milhões) em leilão, tornando-se o item de memorabilia mais valioso ligado ao Rei do Futebol, informou a Sotheby's nesta quinta-feira (16). Leia mais (07/16/202

A camisola usada por Pelé na final do Mundial de 1958 voltou a provar o peso histórico do nome do brasileiro no imaginário do futebol mundial. Vendida em leilão por 4,9 milhões de dólares, o equivalente a cerca de 25 milhões de reais, a peça passa a ser o objeto de memorabilia associado ao Rei do Futebol mais valioso alguma vez transacionado, segundo a Sotheby’s. Trata-se de um resultado que ultrapassa a mera curiosidade colecionista: é a consagração do valor simbólico de um momento fundador da história do futebol moderno.

Em 1958, Pelé tinha apenas 17 anos quando se afirmou no Mundial da Suécia como uma estrela de dimensão planetária. Na final frente à Suécia, marcou dois golos e ajudou a selar o primeiro título mundial da seleção brasileira, numa exibição que o projetou definitivamente para lá do contexto do futebol sul-americano. Esse jogo é ainda hoje visto como um ponto de viragem: o momento em que o Brasil passou a afirmar-se como potência futebolística global e em que Pelé começou a construir uma reputação que atravessaria gerações.

O valor atingido pela camisola ajuda também a perceber o crescimento do mercado de colecionismo desportivo, onde objetos ligados a feitos icónicos podem alcançar preços extraordinários. No caso de Pelé, a combinação entre raridade, autenticidade e carga histórica torna qualquer peça associada à sua carreira particularmente cobiçada. Mais do que uma recordação de jogo, esta camisola é um artefacto de uma era em que o futebol ganhava escala mediática internacional e em que o nome de Pelé se tornava sinónimo de excelência.

A Sotheby’s tem vindo a colocar em leilão alguns dos objetos mais emblemáticos do desporto mundial, beneficiando de um mercado em que investidores e colecionadores procuram peças com forte narrativa histórica. No caso do craque brasileiro, já falecido em 2022, o interesse vai muito além da sua carreira nos relvados: Pelé é uma figura central da cultura popular do século XX e um dos raros atletas cujo legado transcende claramente a modalidade. A venda agora concretizada confirma que, no futebol, algumas memórias valem não apenas pela emoção que evocam, mas também pelo lugar único que ocupam na história do jogo.

Este artigo foi desenvolvido com apoio de inteligência artificial a partir de informação publicada pela fonte original (Folha de S.Paulo). Para todos os detalhes, consulte o artigo original.