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No Masp, artista usa o corpo para denunciar deportações e assassinatos sistemáticos
Folha de S.Paulo· 21 de julho de 2026 às 14:00
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Numa sala cheia de espectadores, Regina José Galindo é despida aos poucos. Pessoas fazem fila para tirar as roupas da artista, e uma pilha de peças cresce ao lado dela. Em exibição no Masp, em São Paulo, "Deportada" faz do desaparecimento humano uma performance. Leia mais (07/21/2026 - 10h00)
Numa sala cheia de espectadores, Regina José Galindo é despida aos poucos. Pessoas fazem fila para tirar as roupas da artista, e uma pilha de peças cresce ao lado dela. Em exibição no Masp, em São Paulo, "Deportada" faz do desaparecimento humano uma performance. Leia mais (07/21/2026 - 10h00)